Tem gente que fala que é “só um pet”.
Mas quem tem sabe.
Sabe que tem nome que é chamado mais do que o de muita gente da casa. Sabe que tem foto que ocupa mais espaço no celular do que álbum de família. E sabe que, quando perguntam “qual é o seu favorito?”, a resposta já tem focinho.
Essa camiseta acaba virando assunto rápido. Alguém lê o nome, reconhece o desenho, pergunta a história. E pronto — lá vem você contar como ele dorme torto, como ela manda na casa inteira, como aquele olhar é inconfundível.
A foto vira desenho, o nome aparece do jeito que tem que ser, a frase muda conforme o humor da casa. Tem quem coloque “meu favorito”, tem quem exagere mesmo. E ninguém julga.
Tem gente que compra de presente e acerta em cheio.
Tem gente que compra pra si porque já assumiu: o orgulho é grande demais pra ficar só no rolo da câmera.
No fim, vira aquela camiseta que você coloca pra sair “rapidinho” e acaba usando o dia inteiro. Porque quando é sobre eles, a gente nem disfarça.